Operação São Francisco de Assis cumpre mandado de prisão contra acusado de maus tratos a animal doméstico

11ª REGIONAL DE FORMOSA – DELEGACIA DE POLÍCIA DE ALTO PARAÍSO DE GOIÁS

Operação São Francisco de Assis

Cumprimento de mandado de prisão preventiva e busca domiciliar.

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Na data de hoje, a Polícia Civil de Alto Paraíso, com apoio do GIH de Valparaíso, cumpriu um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva pelos crimes de maus tratos de animal doméstico, praticado em continuidade delitiva, e ameaça, condutas tipificadas nos artigo 32, § 1° – A da Lei 9.605/98, por diversas vezes, c.c. artigo 147 do Código Penal.

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De acordo com as investigações um caseiro de uma Fazenda de Alto Paraíso maltratou, por inúmeras vezes, um filhote de pastor alemão, de 06 (seis) meses, chamada “Kira”.

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Os maus-tratos foram presenciados pela funcionária e pelo vizinho da propriedade.

As testemunhas presenciais tentavam evitar o delito, mas eram constantemente ameaçadas pelo investigado, o qual ameaça matá-los caso ele denunciasse o crime ao dono da cachorra.

Contudo, em virtude das agressões, a cachorra ficou em estado extremante debilitado, com hemorragia interna e com aparente abuso sexual, quando então o dono do animal tomou conhecimento dos fatos e a levou imediatamente a Brasília/DF, onde a cachorra ficou internada.

As testemunhas relataram que os maus-tratos eram contínuos, principalmente durante a noite, quando elas estavam dormindo.

Consta ainda nas declarações que as testemunhas que o investigado arremessava a cachorra contra o arame, batia nela com pau de madeira e ainda arremessava ela contra um arame.

Após ter conhecimento dos fatos, o proprietário da cachorra demitiu o caseiro e ele também passou a ameaçá-lo.

Além das testemunhas presenciais, foram juntados aos autos vídeos comprovando o delito, além de todo relatório médico veterinário que comprova as agressões.

Em virtude dos fatos, na data de hoje a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva e busca domiciliar na cidade de Alto Paraíso, cidade para qual o suspeito se mudou após a demissão.

Após as comunicações de praxe, o preso foi recolhido à unidade prisional e encontra-se à disposição do Poder Judiciário.

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